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Garotos de Programa
>> Quinta, 11 de Outubro de 2007
Beabá do mundo blog
por Gus

Sexta-feira, 12/10, acontece em São Paulo o workshop aberto e gratuito "Beabá do mundo blog". O evento faz parte do Corredor Literário na Paulista, e começará às 14h, no Espaço Cultural Caixa Econômica, no Conjunto Nacional, Av. Paulista, 2073.


Os responsáveis pelo workshop são Ana Carmen Foschini, Jeff Paiva, Diego Franco e Lúcia Freitas. Ana Carmen é autora do livro Blog, ao lado de Roberto Romano Taddei. O livro faz parte da coleção "Conquiste a Rede" e está disponível gratuitamente em PDF.

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>> Sexta, 03 de Agosto de 2007
Falta de sexo pode encorajar trabalho duro, diz estudo
por Gus

BERLIM (Reuters) - Os workaholics da Alemanha podem estar sofrendo de falta de sexo, segundo um estudo divulgado nesta sexta-feira.



Uma pesquisa com 32 mil homens e mulheres realizada por cientistas da Universidade de Goettingen indicou que mais de 35 por cento daqueles que relataram insatisfação com sua vida sexual tendiam a usar o trabalho como distração.



Cerca de 36 por cento dos homens e 35 por cento das mulheres pesquisados disseram que tinham inclinação em trabalhar horas extras e de se voluntariar para tarefas a mais.



A ética de trabalho duro daqueles que declararam não manter relações sexuais era ainda mais pronunciada, de acordo com a pesquisa. "Essas descobertas são preocupantes", afirmou um dos cientistas.



(Por Adam Williams)

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>> Quarta, 13 de Junho de 2007
Apple lança Safari para Windows
por Gus

A Apple acaba de disponibilizar em seu site oficial uma versão do navegador Safari 3 para Microsoft Windows XP. Ao disponibilizar o Safari para Windows, a Apple espera atrair novos usuários para seu navegador “elegante e fácil de usar”; além de prometer o dobro de velocidade em comparação com o Internet Explorer.

No teste realizado pelo Google Discovery utilizando Windows XP SP2, o Safari 3 Public Beta mostrou-se estável mas ao mesmo tempo apresentou enormes incompatibilidades com diversos sites impossibilitando a navegação.

Infelizmente, é triste dizer isto, mas o Safari 3 não está pronto para enfrentar a internet em ambiente Windows, mas ao mesmo tempo, está perfeito para acessar somente o site da própria Apple.

foto by: Biahobi @ Flickr

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>> Quinta, 10 de Maio de 2007
Acessibilidade na Web: Custo ou Benefício?
por Cleiton Fermino

Olha eu de novo... 

Então pesquisando mais sobre Acessibilidade

na Web, identifiquei que ainda falta muita coisa a ser explorada para "nosso" beneficio e principalmente dos usuários de nossos sites, afinal tudo o que fazemos é para ser utilizado por nossos clientes e usuários/clientes de nossos clientes. 

Pensando nisso venho pesquisando sobre área onde poderiamos utilizar esta "tal" de ACESSIBILIDADE, tendo em vista a briga do mercado de Browsers,

cada um com sua particularidade, cada um com sua DIV com seu CSS. 

Mas como poderiamos resolver esta briga toda sem sairmos feridos no final, a palavra chave é planejar, pensar como um usuário final. E somente assim poderemos nos atentar a fatores importantes de ACESSIBILIDADE, pense como yum deficiente visual poderia acessar no Blog, seria um avanço e tanto, mas é claro que já pesquisei isto e abaixo segue alguns videos (by Youtube) sobre acessibilidade, alguns engraçados outros direto ao assunto, divirtan-se.

 
Acessibilidade na Web: Custo ou Benefício?

 

 

Até onde o cliente precisa saber da realidade da Web.

 

 

24 Minutos - Tabelas são perigosas

 

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>> Sábado, 05 de Maio de 2007
Web 2.0 pé no chão
por Cleiton Fermino

Richard MacManus anunciou a morte da Web 2.0, que, na verdade, nunca existiu. Ao mesmo tempo, falando de Ajax, surgiram o Ajah, o Ahah, o Ajat e uma série de outros “novos métodos”, todos “mais simples”, “mais eficientes” e “mais rápidos” que o Ajax.

Isso é pra confundir qualquer um, não? Calma, vou tentar explicar. Meu conselho é: esqueça o nome, entenda o que se pode fazer. Principalmente, o que pode ser feito para seu usuário.

Comecemos com o caso do Ajax. Ele permite que você carregue apenas parte de sua página usando Javascript, sem precisar fazer o refresh de toda a página. Isso é fantástico, e é isso o que realmente importa, para você e para o seu usuário. O nome que você vai dar a isso realmente importa muito pouco.

Assim, se você quer usar XMLHttpRequest para requisitar trechos de XML que serão interpretados pelo Javascript, ou trechos do seu HTML, ou simples arquivos de texto, faça o que for melhor para o seu projeto. Como você vai chamar isso, realmente, importa muito pouco. Eu, por exemplo, tenho usado muito duas técnicas: requisitar trechos de HTML do servidor (que eles chamam por aí de Ajah ou Ajat) e requisitar Json (o que poderia ser considerado uma forma de Ahah.) Mas, para simplificar, chamo tudo de Ajax.

O nome realmente não importa, o que importa é que, para meus usuários, a aplicação está muito mais rápida. Então, se os nomes parecem complicados, relaxe. Se gostar da idéia, aceite minha sugestão e chame tudo de Ajax. Senão, tudo bem, não faz a menor diferença mesmo.

Numa esfera muito maior, a mesma coisa acontece com a Web 2.0. A diferença é que o Ajax é um conceito e a Web 2.0 é o nome para uma série de conceitos que representam um novo nível de maturidade no desenvolvimento de aplicações web. Diferente de algumas das muitas idéias que vimos explodir junto com a bolha, esses são conceitos maduros, comprovados pelo mercado, testados e aprovados pelo mundo real. Por isso, não importa se você vai chamar isso tudo de Web 2.0 ou não, o que importa é:

. A web é a melhor plataforma de desenvolvimento de software existente hoje: de novo, pense no usuário. Veja, por exemplo, este PDF publicado pelo Estado de São Paulo.

. Distribuir software pela web é o melhor dos mundos: Nada de CDs com atualizações de software. Atualização instantânea para toda a base de usuários. Software sempre atualizado, sem que você tenha o trabalho de esperar por um CD, colocá-lo no drive e seguir as instruções.

. Experimente o desenvolvimento orientado a serviços: é um jeito de se desenvolver. Ao invés de desenvolver componentes ou bibliotecas que serão usados por seus programas, você desenvolve APIs de serviços web. Dá praticamente o mesmo trabalho desenvolver um webservice e uma DLL. A diferença é a vastidão de situações em que o webservice pode ser útil.

. Acessibilidade: Nesse contexto, a acessibilidade ganha um novo aspecto. Primeiro, ela é importante porque permite a qualquer pessoa acessar seu conteúdo e isso vai incluir os excluídos. Os excluídos são aqueles que não vêem como você, não ouvem como você, ou não tem um computador, um sistema operacional e um navegador como os seus. Como essas pessoas são publishers, incluí-las vai aumentar o valor do seu conteúdo. Mas, num segundo aspecto, a acessibilidade é relevante porque vai incluir também as máquinas. Sabe, o bot do Google, o usuário mais importante que visita seu site, é cego e surdo, não entende javascript nem CSS. E, além dele, com a web 2.0 há a possibilidade de uma porção de outros usuários “automáticos” começarem a freqüentar seu site.

. Semântica e Reuso: Você sabe, semântica, h1, h2 e h3 para títulos, ul, ol e li para listas e etc. Pois bem, alguém inventou um jeito interessantíssimo de se reaproveitar código semântico sem muita complicação, os microformatos. Dê uma olhada, é bastante interessante, e tão fácil de implementar que não vale a pena deixar de experimentar. Por exemplo, esta lista de tópicos está implementada em XOXO e isso não me deu absolutamente nenhum trabalho extra. O fato é que desde que começamos a falar em semântica um dos nossos objetivos era construir código reutilizável.

Deixe-me levá-lo agora a dois textos interessantes: o primeiro: Lenda viva, muito viva. No meio do texto, antes de falar sobre RSS, René pergunta: “Mas afinal… do que esse nosso papel é capaz?” Para ajudar a responder, leia esse outro: Mundo de Pontas.

Como você pode notar, as coisas que realmente dão valor à tal Web 2.0 já são valiosas há algum tempo. Já há algum tempo que isso tudo vem dando certo também. Se alguém resolveu dar um nome a isso tudo, e se outra pessoa resolveu dizer que ela morreu, não faz a menor diferença. Esses pontos são verdade há bastante tempo, independente de serem chamados de Web 2.0 ou qualquer outro nome. Assim, se disserem que a Web 2.0 é o que há, ou se disserem que ela morreu, relaxe e concentre-se no que realmente importa para seus clientes e usuários.

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>> Domingo, 22 de Abril de 2007
JavAX on Rails
por Wallas Souza
E surge a nova linguagem de programação! Javax on Rails! Não acredita? Nem eu. O fato é que é questão de tempo para que essa "notícia" apareça bombando nos foruns. Duvida? Nem eu. Duvida que as "recrutadoras" (vide RH, vulgo vilãs) a partir desta segunda-feira já vão colocar nas vagas: Deseja-se profundos conhecimentos em Javax on Rails, experiência de 3 anos.

Pera ae, pera ae... Mas nasceu agora a linguagem!? Ta isso é apenas um fato. Como diria o treco, narrador do mundo canibal: "Chegou a nova linguagem que é a sensação do momento!".

Muitas pessoas me falam, vou aprender java, dot net, aaah! ajax! E correm pra fazer cursos de 40horas. Realmente triste, não? Sim! Pergunte a estes se já aprenderam fazer um algoritmo, é esses mesmos que ensinam nas faculdades, algoritmo. A resposta vai ser em letras garrafais: nãO! E onde isso reflete? Na sua empresa... quantos estagiários/programadores tem ai que dizem no currículo que sabem até cobol, e na hora H não conseguem fazer um laço de repetição?

Isso é culpa de quem? Quem sabe... talvez sua! Se você está em sã conciência não iria considerar um conselho de um estudante do 3º ano de graduação, mas como programadores não são "certos" eu vos digo: Aprendam a pensar logicamente, escrevam na mão, pratiquem! Depois disso você vai entender C, Java, .Net, Php e até JavAX on Rails! E quanto aos anunciantes, o que fazer?

To be continued...
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