A
H
5 sentidos
>> Quarta, 05 de Setembro de 2007
Se choco latisse e uto piasse
por Beder K

:) Aae ae ae!
saudações anydesignianos! 

vim aqui sharear com vocês minha nova canção: 

Se choco latisse e uto piasse
espalhem à vontade, espero que gostem :)

 

 ah vou tentar postar aqui mais vezes que é muito massa!

 abraçones!

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>> Quinta, 02 de Agosto de 2007
Cardápio da Periferia
por Cleiton Fermino

É quem disse que a periferia não tem bons restaurantes. 

Produtos de qualidade. 

Pois fiquem sabendo que a periferia possui muitos e novos produtos alimenticios que muitossssssssssssss da Zona Sul ( entende-se Mauricinhos e Patricinhas ) se lambusam de tanto apreciar os vários sabores. 

Segue a foto do Mac Favela...rsrs

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>> Sexta, 15 de Junho de 2007
Perfume – A História de um Assassino
por Delma Ferraz

O livro deve ser melhor, mas - mesmo paradão - o longa do alemão Tom Tykwer é um filme interessante. Baseado no best-seller homônimo do também alemão Patrick Süskind, o filme conta a história de um perfumista: Jean-Baptiste Grenouilles, um cara com uma percepção olfativa excepcional, que obcecado em preservar aromas humanos, sai matando moças virgens em meados de 1700.

Vários diretores, como Tim Burton e Martin Scorsese, manifestaram interesse na adaptação do livro preferido de Kurt Cobain para o cinema. Stanley Kubrick, chegou a considerar o projeto, mas concluiu que o livro era impossível de ser filmado.

Pois bem, Mister Kubrick errou! Tom Tykwer acertou nas cores, no clima da filmagem (no elenco também! Dustin Hoffman está, como sempre, muito bem e o protagonista Ben Whishaw é excelente), mas foi exímio mesmo na emissão da mensagem.

Conseguir transmitir odores por meio da imagem é uma experiência, no mínimo, sinestésica. Em O Cheiro do Ralo (leia o post da Tee Soares), Heitor Dhalia também foi muito feliz na sinestesia, mas no controverso filme alemão o olfato é todo o tempo associado a sexo. Na edição de maio da revista MenteeCérebro(ed.172), a reportagem de capa “Atração Sexual” garantiu mais de 15 páginas dedicadas ao sentido do nariz. Fala sobre a descoberta científica de uma espécie de “caninho” que liga o nariz àquela parte do cérebro responsável pelo desejo do pecado original. Uma explicação além dos feromônios - que passam despercebidos pelo olfato- a matéria esclarece a importância dos odores e cheiros para atração sexual e, assim, pra relacionamentos humanos de uma forma geral.

Jean-Baptiste não possuía odor próprio, talvez por isso tivesse essa obsessão pelo cheiro das virgens.

No século 21, a existência de virgens é um M&M cinza, em contraponto a variedade de bons perfumes acessíveis só cresce, esta proporcionalmente à variedade de relacionamentos e, que bom, deixar emergir o Jean-Baptiste de cada um já não é tão arriscado.

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>> Sexta, 04 de Maio de 2007
Virada Cultural com muito rock!
por Tee Soares
Mais um ano se passou... E lá vem mais uma “Varada” Cultural! 

Este evento, que transforma o Centro e núcleos mais afastados da cidade de São Paulo em grandes palcos de manifestações artísticas,  acontecerá amanhã e domingo, dias 5 e 6 de maio de 2007 das 18 às 18 horas. Como não poderia faltar, o rock estará mais do que presente, predominando em um dos palcos, o Palco Barão de Itapetininga, e se espalhando por outros. Aqueles mais precavidos já tiveram a oportunidade de acessar o site e montar sua programação. Eu montei a minha, espero ajudar aqueles que estão com preguiça de procurar sua seleção na lista interminável de atrações: 


>> Dia 5/05

Palco Boulevard São João/Anhangabaú
20 horas - O Teatro Mágico

Palco Praça da Sé
Meia-noite - Nação Zumbi (Da Lama ao Caos - 1993)

 

>> Dia 6/05

Palco Barão de Itapetininga
9h45 - Cólera (Pela Paz em Todo o Mundo - 1986)

11h30 - Ratos do Porão

13h15 - Garotos Podres (Mais Podres do que Nunca - 1985)

15 horas - Os Inocentes


Quer saber mais? Quer mapa com os palcos do Centro e os outros da cidade? Quer baixar toda a programação? Quer montar a sua?

Acesse http://www.viradacultural.com.br/

Pegue sua cervejinha e até amanhã!
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>> Domingo, 29 de Abril de 2007
SAMPAcity
por Kerly Tanaka

Cidades, caos urbano, notívagos das ruas à espera do último ônibus que
os levem pra casa para o sono merecido de quem sai cansado do último
turno. Para quem sai da faculdade após uma leve estendida. Para quem
ainda vai encontrar alguém. Para quem sai do trabalho tarde e ainda
está à procura de algo para fazer.

O último ônibus vem sempre carregado de expectativas e ansiedade para quem não está acostumado com os horários. Formam-se grupos no ponto de ônibus para quem ainda vai pegar uma outra condução: "subimos a pé e pegamos outro na Dr. Arnaldo? Deve ter mais opção..."

Pessoas perdidas que não sabem onde estão nem onde o último
ônibus passa, nem a linha que vai pegar, nem se ele ainda passará. E
nessas horas a cidade fica mais humana, embora nesse adiantado da hora
a noite traga consigo todo tipo de risco e expõe os comuns à cruel
violência de uma metrópole onde já se toma tiro de bala perdida em
ponto de ônibus. Sem saber quando será o próximo ataque do PCC...

Nos pontos de ônibus dessa cidade Blade Runner, começa-se a
desconstruir a invasão das propagandas que hoje chegou no seu nervo
central: o eixo Av. Paulista, Dr. Arnaldo. Em frente à estação Clínicas
do metrô, no ponto à espera do segundo e derradeiro último ônibus, uma
cena registrada apenas por olhares atentos: a retirada das propagandas
luminosas dos pontos-de-ônibus. A Lei Kassab realmente está sendo posta
em prática. O último refúgio das propagandas. Muito embora vê-se muita
coisa aparentemente ilícita espalhada por aí .

Entre um passante perdido e outro uma conversa paralela sobre os rumos
da publicidade, dos impactos sociais da aplicação da lei para aqueles
que sobrevivem de letreiros e plaquinhas. E que continuarão sobrevivendo ao conseguirem se adaptar criativamente à nova realidade.

Particularmente sobre a publicidade nos pontos de ônibus, também sobre
a iluminação que elas trazem. Auxiliam a segurança. Por outro lado,
onde falta iluminação de rua, normalmente não há letreiros luminosos em
pontos de ônibus.

E uma alegoria apenas mental: o que a cidade começa a nos revelar por
trás de letreiros, luminosos, propagandas, informação, ruídos com
apelos consumistas. E muitas vezes com influência manipuladora sobre
nossos inconscientes.

Gosto da idéia de no Blade Runner, no Minority Report nas ruas. Mas a
influência psicológica sempre ganha outros métodos, outras formas...

Mas quem sabe as pessoas não ganhem em inteligência, em perspicácia de
avaliar o que é truque psicológico e o que é algo que respeite e
valorize a sua inteligência?

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>> Sexta, 27 de Abril de 2007
Tribo do skate
por Kerly Tanaka

Segue um marketing tribal, viral de guerrilha ou sei lá. Os caras mandam bem e merecem: Teck, Rocha, Finha e Mario, da Black Sheep filmaram alguns vídeos para divulgar a marca e a equipe da empresa que vende roupas e peças de skate.

O vídeo abaixo (assim como os outros disponíveis no YouTube) foram editados por um colaborador da Any: o rasninja, outro skatista nato. A música de base é ragga: mc jamalski.

Então segue o vídeo véi:


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>> Quinta, 26 de Abril de 2007
Cidades e publicidade
por Kerly Tanaka
Cidades, caos urbano, notívagos das ruas à espera do último ônibus que
os levem pra casa para o sono merecido de quem sai cansado do último
turno. Para quem sai da faculdade após uma leve estendida. Para quem
ainda vai encontrar alguém. Para quem sai do trabalho tarde e ainda
está à procura de algo para fazer.


O último ônibus vem sempre carregado de expectativas e
ansiedade para quem não está acostumado com os horários. Formam-se
grupos no ponto de ônibus para quem ainda vai pegar uma outra condução:
"subimos a pé e pegamos outro na Dr. Arnaldo? Deve ter mais opção..."


Pessoas perdidas que não sabem onde estão nem onde o último
ônibus passa, nem a linha que vai pegar, nem se ele ainda passará. E
nessas horas a cidade fica mais humana, embora nesse adiantado da hora
a noite traga consigo todo tipo de risco e expõe os comuns à cruel
violência de uma metrópole onde já se toma tiro de bala perdida em
ponto de ônibus. Sem saber quando será o próximo ataque do PCC...


Nos pontos de ônibus dessa cidade Blade Runner, começa-se a
desconstruir a invasão das propagandas que hoje chegou no seu nervo
central: o eixo Av. Paulista, Dr. Arnaldo. Em frente à estação Clínicas
do metrô, no ponto à espera do segundo e derradeiro último ônibus, uma
cena registrada apenas por olhares atentos: a retirada das propagandas
luminosas dos pontos-de-ônibus. A Lei Kassab realmente está sendo posta
em prática. O último refúgio das propagandas. Muito embora vê-se muita
coisa aparentemente ilícita espalhada por aí .


Entre um passante perdido e outro uma conversa paralela sobre os rumos
da publicidade, dos impactos sociais da aplicação da lei para aqueles
que sobrevivem de letreiros e plaquinhas. E que continuarão
sobrevivendo ao conseguirem se adaptar criativamente à nova realidade.


Particularmente sobre a publicidade nos pontos de ônibus, também sobre
a iluminação que elas trazem. Auxiliam a segurança. Por outro lado,
onde falta iluminação de rua, normalmente não há letreiros luminosos em
pontos de ônibus.


E uma alegoria apenas mental: o que a cidade começa a nos revelar por
trás de letreiros, luminosos, propagandas, informação, ruídos com
apelos consumistas. E muitas vezes com influência manipuladora sobre
nossos inconscientes.


Gosto da idéia de NO* Blade Runner, NO* Minority Report nas ruas. Mas a
influência psicológica sempre ganha outros métodos, outras formas...


Mas quem sabe as pessoas não ganhem em inteligência, em perspicácia de
avaliar o que é truque psicológico e o que é algo que respeite e
valorize a sua inteligência?

*NO de não...
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>> Segunda, 23 de Abril de 2007
Cada loco com a sua mania
por Norton Amato Jr.
Excelente edição!
Prova, mais do que concreta, que o fenômeno Milli Vanilli fica cada dia mais fácil.

Como o próprio Lasse Gjertsen diz no vídeo:
"Todos os sons são originais, como captado em vídeo. Nenhuma alteração foi feita, além da simples edição dos clips pela timeline. Eu não toco bateria nem piano."

O cara manda muito bem, tem outros 16 vídeos no YouTube.

Mais um, agora unplugged, versão beat box.

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>> Domingo, 22 de Abril de 2007
O Cheiro do Ralo
por Tee Soares
O cheiro do ralo pode te levar à ruina...
É, a vida é dura mesmo.

Selton Mello atua de forma impressionante em O Cheiro do Ralo, filme que leva às últimas conseqüências a fragmentação e a esquizofrenia da vida pós-moderna. Ele é Lourenço, o dono de uma loja que compra objetos usados.

Tudo começa com um cheiro insuportável de ralo que sai do banheirinho de sua sala e, a partir daí, o transtorno toma conta e passa a reger sua existência sem propósitos muito dignos.

Ao usar grana para manipular seus clientes e testá-los para saber do que seriam capazes para consegui-la, desenvolve um jogo doentio: troca dinheiro por pequenos prazeres, que sempre têm a forma de um objeto ou um pedaço de qualquer coisa, como um olho de vidro ou uma bunda. Ao partir do princípio de que todos estão à venda, se esquece de que há mais assuntos mal-resolvidos além dos financeiros. E o cheiro do ralo, sempre presente, aguça seus sentidos e liberta as neuroses. Além disso, a incapacidade de lidar com seus sentimentos e outras pessoas desencadeia situações imprevisíveis. Recomendo!

Premiações
> Ganhou o Prêmio Especial do Júri e o de Melhor Ator (Selton Mello), no Festival do Rio.

> Ganhou o prêmio de Melhor Filme - Júri Oficial e o Prêmio da Crítica - Nacional, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Curiosidades
> Orçado originalmente em R$ 2,5 milhões, O Cheiro do Ralo foi realizado com apenas R$ 315 mil, reunidos entre sócios privados e pelos produtores executivos.

> Este é o 2º filme em que o diretor Heitor Dhalia e o ator Selton Mello trabalham juntos. O anterior foi Nina (2004).

> Exibido na mostra Première Brasil, no Festival do Rio 2006.


 Fonte: http://www.ocheirodoralo.com.br/
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